sábado, 9 de fevereiro de 2013

Desabafo: trabalho, aniversário, volta às aulas. 09/02/2013



Obs. Esta foto vai em homenagem a esta postagem que está tão longa, mas tão longa que muitos dormiriam ao ler. Eu quase dormi lendo ela antes de postar! :) Mas vamos lá:

Nesse tempo entre o dia 28 de janeiro e 09 de fevereiro (apenas 11 dias entre eles) muita coisa aconteceu. Vamos por partes para eu não me perder (sim, estou assim esses dias): ...

1) Reunião de volta às aulas da minha equipe de professores: muita coisa para pesquisar, preparar, imprimir. Muito tempo meu dedicado a isso antes e durante. Fiquei quase doida para dar conta de tudo. Afinal, as menininhas estão de férias e estamos sem empregada fixa. O lado bom é que as crianças do quarteirão estão vindo brincar em frente de casa (muita coisa legal para fazerem e postagem sobre isso e as férias das menininhas depois) e o escritório fica na parte de frente de casa, então eu posso trabalhar e ainda ficar de olho nelas e neles todos. Lado ruim: como as pessoas conseguem se concentrar fazendo várias coisas ao mesmo tempo e ainda sendo interrompidas o tempo t-o-d-o. Existe curso para isso? Quero me inscrever. Resultado: levei mais horas que o normal preparando e cometi mais erros que o normal ao preparar cronogramas e calendário do semestre da escola. Mas deu tudo certo! A reunião foi ótima. Me senti bem fazendo isso como há muito não me sentia. De maneira positiva, fui honesta com eles sobre o que precisava ser mudado e sobre como me sentia sobre várias coisas. Foi de certa forma libertador! Houve algumas coisas que não foram do jeito que imaginei, mas vou tentar resolver ou eliminar certas coisas. Foco no positivo sempre (tentar, pelo menos) e se não tiver positivo, bem, aí eu já tenho minha resposta, não é?

2) Mamãe que tem que trabalhar alguns dias das férias + menininhas em casa de férias escolares + não ter empregada fixa ou babá = chororô e estresse antes e na hora de explicar que elas vão ter que ficar na casa da vovó ou vão ficar em casa com o vovô, mas não vão poder receber amiguinhos em casa neste período, nem sair na frente de casa até a mamãe voltar do trabalho. Não que elas não gostem de ir na vovó, mas é que como expliquei acima, as crianças da rua estão vindo brincar em frente de casa ou em casa nestas férias e é muito legal ter todo mundo para brincar. 

Variação do mesmo tema: alguns dias tive que levá-las ao trabalho. E apesar de lá ser bem divertido para elas (sala de vídeo, brinquedos, jogos, etc.) não é a mesma coisa de casa e fora que sou também interrompida a cada vez que estou concentrada. (Já falei do curso que quero para aprender a conseguir se concentrar sendo interrompida a cada minuto?)    

3) Compramos o material no início de janeiro. Mas faltaram alguns itens e na correria das coisas me esqueci destes itens que faltaram. Resultado? Sexta a tarde, dia 01, já não tinha mais reunião com os professores, então consegui ir à rua com elas para comprar o material restante. E por favor, hein? Que coisa estressante não ter tudo em um lugar só. E quanta gente nesta época! E quanto lugar ter que ir para comprar estas coisas restantes! E olha que não eram muitas coisas. Fora o transito, fora a minha excelente habilidade em estacionar.  Mas me explica uma coisa: cano de pvc de um certo tamanho e bandeja de mdf de qualquer tamanho são itens que deve estar em uma lista? Sinceramente, deveriam embutir estes valores em uma taxa sei lá do que e comprarem eles mesmos. E se quiserem levar minhas duas menininhas juntos para sentirem o que senti neste dia de tédio para elas, eu empresto. 

4) 04 de fevereiro: volta às aulas! Mas só da menininha maior. Volta às aulas do trabalho. Então fora estar igual uma louca para etiquetar e colocar nome em tudo tudo da menininha maior (no fim de semana tivemos outras coisas e a noite fiquei com preguiça), eu tive que levar a menininha menor ao trabalho comigo a tarde. Várias coisas a decidir, a fazer e ela sozinha ainda mais chicletinho. Ficou bem, se comportou bem, mas grudadinha comigo a minha chicletinha, querendo atenção e brincar comigo. E como eu fico meio saber como conciliar estes dois universos (trabalho e menininhas), às vezes fico igual a barata tonta. Gosto quando estou no trabalho, mas ela merecia estar em casa comigo e isto me deixa aflita, sabe?

05) Como estava dizendo, foi volta às aulas da menininha maior. E aí vem aquele turbilhão de emoções sobre minha mocinha. Segundo ano???  Vai ter provas este ano??? Vai fazer 07 anos??? Como assim??? Estou é vendo um filme sobre outra menininha, não é? Não pode ser aquele bebezinho que nasceu parece que ontem. Tento aproveitar ao máximo tudo, mas elas teimam em me mostrar que nunca conseguirei aproveitar tudo que quero do jeito que gostaria porque quando começo a me acostumar com uma fase, vem uma outra para me mostrar que elas estão crescendo rápido, rápido demais.

06) 05 de fevereiro: aniversário de meu pai. 78 anos. Nossa, tomara que demore a passar estes anos que ainda temos com ele. Sei que não deveria pensar nestas coisas em um dia tão feliz, mas como não lembrar de minha mãe? Como não lembrar de nossa efemeridade? Como? Já sei, vivendo um dia tão agitado, mas tão corrido que ninguém perceba que você está pensando nisso tudo. Bolo, salgados, presente, etc e um grupo de pessoas da igreja que ele frequenta em outra cidade aqui perto. Sinceramente, eu estava com muito medo deles não virem. Afinal, desde que minha mãe ficou doente e depois que ela faleceu, acho que posso contar nos dedos da mão as visitas que tivemos (seja do pessoal da igreja ou amigos ou parentes). Não, não estou cobrando visita de ninguém, mas dizer que vem e não vir ia deixar um vazio estranho e ninguém merece isso em um dia de alegria (pela vida dele) e saudade (de minha mãe). Mas vieram! E como foi bom! (mesmo que as menininhas não ficaram tão à vontade a princípio ou quietinhas a princípio para o culto que eles fizeram). Mas como disse, foi bom!

07) 08 de fevereiro: volta às aulas da menininha menor (4 anos). Ah, o jeito de ser de cada criança. Ela não fica à vontade com estranhos a princípio. Ela demora a soltar de minha mão ou de sair de perto da irmã quando chegamos em um local estranho (mesmo em festas infantis). Ela é desconfiada de pessoas que não conhece. Ela demorou duas semanas para olhar nos olhos da primeira professora porque sabia que no momento que olhasse talvez fosse o momento de deixar a mamãe ir embora da classe. Resultado: fiquei duas semanas com ela em sala e foi a melhor coisa que fiz por ela já que quando nos deixamos, ela estava bem e feliz com toda aquela novidade. Sei que se não tivesse feito isso, ela não iria querer voltar depois. Com a segunda professora, levei para conhecer na semana anterior às aulas e tudo foi razoavelmente tranquilo. Não tive que ficar em sala com ela. Mas agora no terceiro ano que frequenta a escola, não a levei antes para conhecer a professora achando que como ela já está bem mais sociável mesmo em primeiros momentos, tudo estaria mais tranquilo. Ah, não foi nada assim. Mas vamos por partes:

a) Ela queria ter ido para a escola no dia que a irmã foi. Não tinha aula para ela e então ela ficou comigo esses três dias que a irmã foi para a escola (no meu trabalho, em casa ou na rua). Humm, ela gostou desse momento só eu e ela (ou sem a irmã dela comigo, pode ser). Resultado: não queria mais ir para a escola. Queria ficar comigo. 

b) Chegou na sala e tinha um movimento de pais, de alunos, de tanta coisa comum a primeiros dias que ela agarrou minha mão e não soltou mais. Alunos que ela conhecia, mas também muitos alunos que eram de uma outra turma (mais alunos juntos nesse nível). E aí, uma professora nova, uma auxiliar nova e até uma coordenadora nova. Alguns já eram da escola, mas não da convivência dela, então isso não valia de nada para o tipo de personalidade dela. Um menino chorando no colo da professora, então a professora nem pode e nem viu que ela estava precisando de atenção especial para se acostumar. Auxiliar entrando e saindo da sala com alunos chegando que também nem pode e nem viu que ela poderia estar segurando minha mão apertada, mas também precisava da atenção delas para começar a querer se soltar. Enfim, os pais sairam e a professora veio, deu oi, tentou dar a mão para ela e chamá-la, mas em menos de 1 minuto é impossível uma criança introvertida se familiarizar. Como ela não foi e nem deu a mão para a professora, a professora foi fazer uma atividade de acolhida e apresentação com os alunos. Circulo formado, lá vamos nós, eu e a menininha menor me arrastando junto com ela. Fui com ela. Afinal, ela não ia ficar se eu não ficasse. Terminada esta parte fomos para as carteiras e aí veio a professora e disse para ela que era uma sala de crianças e que a mamãe não poderia ficar, que ela deveria soltar a mão da mamãe e deixar a mamãe ir. Ah, tá, que ela ia ouvir isso de uma estranha e dizer: "Tchau, mamãe, beijo, te amo!" e ficar ali feliz da vida. O que aconteceu? Ela não queria ficar mais. Nem comigo, nem sem mim. E lá vamos nós embora da sala sem uma palavra da professora. Se eu fosse a professora, eu teria ter dito: "Tchau meu anjo, eu vou ficar triste e você não ficar, mas eu entendo. Volta daqui a pouco, tá?" ou  "Eu queria tanto que você ficasse. Vai ser tão legal. Vai ter isso, aquilo e mais outra coisa. Na hora que você quiser, eu vou estar aqui te esperando, tá?" Ou qualquer coisa que demonstrasse carinho e compreensão. E não julgamento. Eu tentei explicar para ela que não adiantaria eu obrigá-la a ficar que ela choraria e não iria ficar (principalmente sem alguém ao lado dela. Não precisava ser eu, mas tratá-la como o que "esperam de alunos de 4 anos" e não dar o que ela precisa para se acostumar ou alguém para fazer esse processo com ela, não iria adiantar).        
Ou que me dissesse algo para nos acalmar ou nos encaminhasse para a coordenação para alguém se aproximar dela e tentar esse contato. Não me disseram nada. Mas o olhar foi de desaprovação. Eu sinto olhares, eu sei ler nas entrelinhas ou na linguagem corporal e me senti julgada nesta hora.

E lá vamos nós atrás de ajuda. De verdade, neste momento eu fiquei com vontade de levá-la embora e não voltar mais. De ser permitido no Brasil o "homeschool". Meus olhos se encheram de lágrimas e eu só não levei embora porque tive muitas boas acolhidas no passado e sou de dar segundas chances para as pessoas e situações. Mas foi uma sensação horrível que ainda não tinha passado com ela no passado ali naquela escola.

E assim fomos na Coordenação tentar falar com a antiga Coordendora (que minha menininha já conhecia e confiava). Ela não estava e nem a atual (esta última estava nos corredores da Educação Infantil ajudando por lá), mas outra coordenadora estava e foi muito gentil conosco. A Secretária de lá deu a ideia de procuramos uma auxiliar que minha menininha já conhecia e lá fomos nós atrás dela. Mas ela estava com uma criança e não pode nos ajudar naquele momento (mas seu olhar por minha filha foi lindo e tranquilizador). Voltamos  e aquela coordenadora que estava na sala nos aconselhou a sentar do lado de fora da porta para que ela olhasse as atividades e quem sabe quisesse entrar. A professora não foi lá nos dar oi porque não nos viu (a melhor hipótese que quero imaginar) e a auxiliar quando voltou para a sala após levar duas meninas ao banheiro fechou a porta. E lá ficamos nós sentada do lado de fora com a porta fechada. Ai que vontade de sair correndo dali. Poxa vida! Mas aí veio a coordenadora da turma dela e começou a convidá-la para ir levar uns papéis para alguma outra professora. Ela não queria ir sozinha com uma estranha que ela tinha visto apenas uma vez. Aí, a coordenadora começou a dizer que a mamãe não poderia ficar em sala com ela e quis chamá-la para ir à sua sala que tinha umas coisas legais, uma bala para ela, etc. Mas sua voz era firme para minha sensivelzinha mor. Não tinha a suavidade nem na voz, nem no olhar que iria fazê-la se sentir menos assustada com tudo aquilo que sua timidez tinha provocado. A coordenadora me disse que se eu não fosse firme, que se eu não passasse segurança para ela, ela não iria querer ficar. Ah, tá? Então eu não sou firme, não passo segurança para ela? Não, não é não! Não é bem assim. Eu conheço minha filha, eu conheço seu jeito. Eu sei o que vai funcionar para ela e o que não vai funcionar. A ferro e fogo jamais com essa menininha. Mal sabia a coordenadora que o que eu mais queria era sair dali e ir tomar um banho sozinha como há muito não tomava sem ninguém me incomodando ou ficando dentro do banheiro comigo. Que eu queria que ela ficasse, que eu precisava que ela ficasse para eu ficar 4 horas à toa já que eu não iria trabalhar aquele dia. Que eu havia sonhado com esse dia desde o final de janeiro. Mas infelizmente não fizeram com ela o processo certinho para uma menininha introvertida e que demora para se acostumar com situações novas e por isso eu estava ali presa com ela. A todos os envolvidos: Não adianta bater de frente com ela quando ela está se sentindo assim. Não adianta explicar as coisas racionalmente quando ela assustada com uma nova situação . Não adianta falar sério com ela, não adianta ser firme assim com ela. Ela faz tudo que se deve contanto que ela se sinta acolhida e amada. Com jeitinho e após ela conhecer e sentir-se à vontade com uma nova situação. Com jeitinho, com voz e olhar de afeto verdadeiro. E sem pressa, com calma e atenção. Criança percebe essas coisas. E mamães também. Não disse quase nada para o coordenadora sobre tudo isso que penso, mas disse que não era bem assim, que eu a conhecia e sabia como agir com ela para obter o melhor resultado a curto e longo prazo. Fora isso, (não disse, mas queria ter dito) na escola que sou sócia, mamães podem assistir aulas com os filhos sempre que estes quiserem porque é o melhor jeito de deixar as crianças à vontade e com confiança conosco. Fora isso, tentamos abrir os braços e entender estas crianças como minha filha. Não é fácil lidar, mas é nossa função tentar entender e acolher do jeitinho que eles são ou estão. Com paciência e compreensão não só em palavras, mas no olhar.        

Aí, nos disseram que havia uma sala para as mamães ficarem e que era lá que eu ficaria enquanto ela tivesse em sala e que se ela.tivesse saudade, poderia ir visitar Aí queria levá-la sozinha para pegar a chave da sala aonde eu ficaria. Não deu certo. Nunca daria certo isso com minha menininha. Lembrei daquela auxiliar que minha menininha conhecia e que tinha sido tão acolhedora com ela antes e a coordenadora nos levou até ela. Ela saiu da sala, mas após ter sido dito a minha menininha tantas vezes que a mamãe dela não poderia ficar, ela não quis ficar com essa auxiliar. Mas ela não desistiu e com afeto disse: "Ah, mas você não quer dar a mão para mim? Eu queria tanto, mas tanto pegar na sua mão? Ah, olha como eu estou triste!" Aí, eu disse para ela: "Meu anjo, a mamãe não vai largar da sua mão, eu vou ficar com você até a hora que você quiser, mas pega na mão desta tia que quer tanto pegar na sua mão." Aí como ela já a conhecia e estava sendo tão gentil, ela pegou na mão dela e ficou com nós duas. Aí, essa tia foi conversando com ela, eu fui conversando, e a gente chegou no pátio. Eu disse que iria pegar o dinheiro do lanche (ah, a correria de volta às aulas que não deu tempo de preparar o lanche delas) que estava no carro e que voltaria. Esta tia disse para ela várias coisas que elas poderiam fazer ou ir e que ia ser bem legal. Eu fui, peguei o dinheiro, comprei as fichas do lanche, encontrei elas no pátio (se eu digo que vou voltar, eu volto. Não sou a favor de dizer algo só para conseguir algo de crianças). Aí, a tia a chamou para levar a ficha para a irmã mais velha e disse que depois iriam fazer não sei o que. Aí, me abaixei, disse que eu iria embora, ms que aquela tia tinha meu número e que se ela não estivesse bem por la, poderia me ligar que eu a buscaria na hora. Ela concordou, dei um beijo e fui.

Voltei no horário de saída, ela estava em sala e a professora disse foi tudo bem (não sei bem como foi o processo, mas após um tempo ela foi para a sala feliz da vida). Viram só o que o tempo e atenção fazem? Fiquei um pouco por lá esperando a irmã mais velha sair, perguntei para a professora se ela seria a professora de sexta-feira (neste nível  eles vão ter 04 professoras) e ela disse que sim. A vida estava tranquila de novo...

 08) Sexta-feira: festa de acolhida e fantasia! Elas estavam animadíssimas! E lindas! Chegamos atrasadas e pude perceber quão cruéis crianças e em grupo podem ser (mesmo aquelas que são de boa sozinhas)

Por elas estarem de fantasia, de maquiagem e de peruca bem chamativa, muitas crianças da sala da menininha maior começaram a apontar e rir da cara delas. Elas se esconderam atrás de mim e não viram tudo, mas eu vi e o que vi me perturbou: crianças rindo, apontando, debochando, com uma cara que beirava  a crueldade e aí eu me lembrei de tanta coisa que já li ou ouvi sobre o tão famoso bullying. Nunca sofri bullying, nem minhas menininhas, mas fiquei com dó de quem sofre, parecia que era comigo aquela gozação em massa, aqueles poucos segundo me deixaram horrorizada! Não pareciam aquelas crianças que conheço, pareciam seres cruéis, seres que mereciam uma lição. Com cara de brava interferi e disse que era feio apontar e rir das pessoas. Aí a professora viu a situação, me perguntou, eu expliquei e ela disse que conversaria com eles.  

Boa hora de ensinar minhas filhas sobre algo importante (assim que entrarem no carro na volta):

Se vocês não estão fazendo algo de ruim para ninguém, o que importa na vida é como vocês estão se sentindo! Vocês estão felizes com esta fantasia? Vocês estão se sentindo bem com esta fantasia? Bem, então não importa o que qualquer outra pessoa pense, diga ou faça. Tenham CORAGEM de continuar a serem vocês mesmas! Sempre! E de manterem o que as deixam felizes sempre! Pessoas assim ou não tem educação, sensibilidade com o outro, respeito, não são/têm e querem ser/ ter o que vocês são/têm ou não aguentam o diferente por qualquer razão que seja e isto não é problema de vocês! Não mudem para agradar, aprendam a defender o que gostam ou acreditam! Não é fácil, mas vale a pena a longo prazo!  

(Ah, mas eu ainda estou horrorizada com o que vi)

Conversei na volta e correu tudo bem, elas não vêem a maldade como vemos e elas estava se sentindo lindas e foi esse o foco que dei. Conversei sobre tudo isso acima, mas mantive o foco na diversão que elas tiveram.

9) Lembram do item 7, o da adaptação da menorzinha? Bem, a professora dela disse que seria ela a professora da sexta-feira. Então fiquei tranquila e nem fui tentar apresentar a professora nova no dia anterior e conversar com ela sobre isso a noite. NÃO foi. A sorte é que era a festa, tinha as fantasias e ela já conhecia a professora deste dia do ano anterior pelos corredores. Senão eu iria deixá-la com a professora que se equivocou sobre algo tão importante para a situação da minha filha e dizer: se vira! Estou indo embora! (Até parece, mas me fez bem dizer isso!) :)

Os dias voam? E nada acontece em 11 dias? Ah, até parece. Isso foi só para eu me lembrar de não abandonar este lugar aqui novamente. Ou não deixar que as situações me deixem abandonar. My happy place? Minhas lembranças e escrever sobre elas! 

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