quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

E foi mais ou menos assim... Parte 1! 13/01/2011


O tempo é algo engraçado. Achei que fazia pouco tempo que tinha vindo aqui pela última vez, mas isso aconteceu em outubro de 2010, mais especificamente, no dia 24. Faz muito tempo! E que pena não ter tido a chance de em 2010 cuidar deste meu cantinho que me é tão precioso da maneira que gostaria.

Adoro escrever, adoro colocar para fora o que povoa meu pensamento e coração. Me faz bem! Me faz bem há muito e muito tempo. Acredito que tinha uns 13 anos quando minha paixão pela escrita começou...
Já faz parte de minha essência a necessidade de escrever e sei que sempre fará. É minha forma mais prazeroza de estar só. Minha forma de me fortalecer. Minha forma de me entender.

Sumir daqui por um lado é bom sinal: significa que estou vivendo muito mais do que teorizando a vivência (reflexão tão necessária em tempos de conexão com tudo e todos a todo momento) e por isso fico feliz por mim. Mas também pode ser que esteja trabalhando mais do que deveria.

Qual foi a minha verdade sobre isso em 2010?

Bem, foi um pouco dos dois. Em agosto, depois do peso que tirei dos meus ombros sobre como contar de verdade para a AL sobre minha mãe ter ido para o Céu, me senti outra pessoa: ainda triste e com saudades, mas mais leve e assim mais feliz. Aí, mudei meu horário no serviço e com o horário de verão tive mais horas nos dias de sol com minhas menininhas. Depois, com o final do ano, a correria profissional voltou bem parecida com aquela do início do ano e do início do negócio # 2 (correria louca). E assim, chegamos ao fim de 2010, ao Natal, ao Ano Novo e a volta das férias profissionais. E aqui estou!

Ah, informação boba, mas que gostaria de compartilhar: Em 2008 quando comecei este blog, escrevi 48 vezes. Em 2009, 57 vezes. E em 2010, APENAS 11 vezes (sendo que dessas, duas postagens ainda estão em rascunho). Deu para perceber que esse ano foi bem abaixo da média mesmo para um pessoa que tem pouco tempo livre para se dedicar a um blog. 11 vezes e 7 deles em agosto, mês da morte de minha mãe (deu para sentir que isso ainda tem grande impacto em minha vida, não é?)

2010 foi o ano que tive que lidar cara a cara e tardiamente com o luto de minha mãe. Foi também um ano de muito trabalho e muito desafio profissional. Tive (e ainda tenho) um lado de querer jogar tudo para o alto e viver de brisa, mas aos poucos as coisas vão se ajeitando e eu encarando que o mundo ideal nem sempre vai corresponder 100% ao mundo real (mesmo sabendo que essa busca deve existir se algo incomoda bastante). Enfim, deu tudo certo. Muitas coisas boas, principalmente as pequenas coisas em família, as mais queridas e importantes. E muitas alegrias com as menininhas Ana.

2010 chegou ao fim, 2011 já começou e consegui achar um meio de diminuir minha carga horária e estou muuuuuuito feliz com isso. Ainda não é a ideal, mas como se diz por aí, a grama do vizinho parece (palavra chave aqui) ser sempre mais verde, não é verdade? Pois é, mas posso dizer que a minha grama vai ser ainda mais verdinha daqui para a frente. Ainda mais que mesmo em meio a secas, nunca me senti infeliz. Menos feliz, às vezes, mas nunca infeliz!

Então FELIZ 2011 e quero que saibam que NÃO PROMETO vir aqui com muita frequência (vou viver mais e teorizar ainda menos esse ano).

Mas deixa eu esclarecer algo: Eu não estou dizendo que não vou escrever bastante, tá? Eu só não prometi. Poder ser que eu venha, pode ser que não. Mas tomara que eu encontre tempo para tudo, para viver de verdade bastante e para vir aqui teorizar sobre tudo isso. Ah, aí o mundo estaria mais perto do ideal.

Beijos e feliz 2011!

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