domingo, 24 de maio de 2009

Coisas de nossa família! Os bichinhos de estimação! 24/05/09

Temos aqui em casa dois bichinhos de estimação: Bonnie e Clyde. E qualquer semelhança NÃO é pura coincidência.

Bem, antes de explicar o óbvio deixa eu apresentar nossos bichinhos:

Bonnie é um labrador preto apenas um mês mais velho que a Ana Julia. Ele veio para nossa casa no dia 04/10/08 quando a Ana Julia tinha apenas uma semana de vida. Até hoje não sei porque decidimos abrir nosso lar para um cahorrinho nessa época, mas já fazia um tempo que queríamos muito um cachorrinho e ele apareceu bem nessa época e pareceu perfeito levá-lo de presente para a Ana Luisa.

Antes do Bonnie, nos tínhamos o Zulu, outro labrador preto que faleceu precocemente (4 anos apenas) e nos deixou de coração partido. Nós o amávamos muito! Era um grande companheiro de todos. E eu tinha especial adoração por ele!

Lembrávamos apenas do lado bom de se ter um bichinho e havíamos esquecido o que é realmente ter um bebê cachorro em casa (e logo quando tínhamos um bebê de verdade tão novinha), mas os dias foram se seguindo e pouco a pouco as coisas foram se ajeitando (lembrando que ainda estão se ajeitando. Alguém já leu Marley e eu?). Bem, ainda não o amamos como amávamos o Zulu, mas estamos ainda tentando não comparar já que na época do Zulu não tínhamos tido ainda a grande experiência de termos nossas menininhas em casa. Tudo o resto da vida fica tão menor depois de termos filhos, não é?

Aí, um belo dia apareceu em frente de casa um gato preto e branco que se mostrou um grande cara-de-pau. Apareceu, ficou perto, miou pedindo algo para comer e beber, sentou perto da gente e ali ficou. No dia seguinte a mesma coisa e no outro também. Ficava na frente conosco, entrava quando alguém entrava e quando vimos a Ana Luisa já o tratava como se fosse de casa e não queria deixá-lo ir embora. E quando percebemos ele já era nosso!

Não sabíamos que nome dar e então um dia o Ni falou: "Já que temos o Bonnie, ele vai ser o Clyde. Uma dupla do barulho!". E assim ficou nosso clã de estimação. Como no filme só que ao invés de um homem e uma mulher, temos dois rapazes em casa.

Nesse meio tempo os dois já até convivem no mesmo ambiente, mas ainda não são grande amigos. A Ana Luisa judia sem parar do gatinho, mas ainda foge do grandalhão e estabanado do Bonnie. O gato continua abusado, mas foge da Ana Luisa. De vez em quando ele a "ataca" depois de umas agressões por parte dela, mas ainda é algo "amigável". Mas se eu fosse ele, já teria fugido da sádica faz tempo, mas ele sempre fica por perto. Acho que no fundo ele sabe que ela o ama, do jeito dela, mas ama. A Ana Julia ama ver os dois, fica alegre, bate palma, não tira o olhar deles, mas ainda de longe como deve ser para um bebê.

Nós os adultos ainda estamos às voltas com o pensamento em ração, veterinário, gastos, sujeiras, destruição do que tiver pela frente, lambidas, pulos, pedidos insistentes para entrar em casa e ficar junto de todos nós. Bem, tudo isso mais com relação ao Bonnie, o labrador carente e piduncho (novamente, alguém já leu Marley e eu?). Mas coitadinho, ele a-i-n-d-a não teve a chance de ganhar nosso coração como merece. A competição agora é dura para qualquer bichinho aqui em casa: temos duas menininhas que são tudo em nossas vidas!

Mas sabemos da importância de se ter um bichinho na infância: eu ainda me lembro de todos os meus primeiros amores e o Ni também! Espero que nossas menininhas possam ter o que nós tivemos em nossa infância: grandes companheiros!

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