sexta-feira, 22 de maio de 2009

Coisas de Ana Luisa! A felicidade! 22/05/09

Terça-feira, dia 19 de maio de 2009, fomos passear em família (apesar de todo e qualquer probleminhas que iríamos ter com a Ana Luisa nessa fase). Queríamos ir à Exposição Agropecuária de nossa cidade levar nossas meninas para ver um pouquinho desse mundo.

Bem, a parte de arrumar a Ana Luisa foi complicada, embora ela tenha concordado com tudo a princípio:
Ela teria que colocar meia, tênis ou bota (o que ela preferisse), teria que ir de calça e usar a blusa nova que a mamãe tinha comprado (de frio, mas com jeito de camiseta pata tentar fazer com que ela usasse)

Como conversamos que para ir teria que ser assim, ela colocou e ficou feliz com a possilibidade de ver os bichinhos, pois estava extasiada com tudo. Mas cinco segundos depois já começou a querer tirar a meia e bota (muito petada, muito petada). Tá, então vamos tentar o tênis, mas foi outra guerra (muito petado, muito petado). Fora o choro, a birra, a manha, a tentativa de nos convencer do que ela não queria!

Por fim, ela calçou a bota sem meia e sob protestos foi para o carro. E nesse meio tempo, todo mundo estressado com tudo. E por causa de algo que na nossa inocente cabecinha de adulto seria tão simples!

No caminho, mais choros, mais manhas, mais protestos sobre o porquê de ela não querer ir de bota. (muito apetado, muito apetado)

Até que eu irritada falei: "Chega! Então, tira a bota agora, mas na hora que chegarmos tem que colocar! Ela ficou irritada porque disse que não colocaria meia e eu falei: "Então tá, sem meia, mas com bota!

Aí, ela ficou um doce! Ficou explicando para todo mundo do carro que a bota estava apertada e que agora sem a bota, tudo estava bem! Mas seria essencial nesse momento da estória, eu poder mostrar o rosto dela dizendo isso. A sobrancelha arqueando, a virada de rosto para o lado e a doçura de expressão e voz!

É lógico que quando chegamos, o estresse começou tudo de novo (mamãe, não quelo colocá bota, não quelo colocá meia, muito apetado tudo...), estávamos irritados, mas resolvemos deixar de lado, principalmente porque ela ficou tão, mas tão maravilhada, tão feliz, tão alegre, tão espantada, tão admirada de tudo ao ver a roda gigante de longe que parece que ainda escuto sua doce vozinha dizendo assim que chegamos:

"Mamãe, papai, vovô...estou tão felize!
Estou tão felize!
Gente, tô tão felize"

E ao som de seu suspiro ao dizer isso repetidamente e repetidamente lá fomos nós e ela (de chinelo rosa)! Feliz da vida!


P.S. Se algum dia você nos vir por aí e estiver frio e mesmo assim ela estiver de chinelo, não se assuste: Não faz frio ao sul do Equador da Ana Luisa!

.

Nenhum comentário: