domingo, 2 de novembro de 2008

A comemoração! 27/10/08_1 mês da Ana Julia!



Estava lendo esses dias que atualmente no ocidente não se morre mais por uma nação ou por uma causa como podia acontecer no passado. Mas se perguntarmos a um pai ou mãe se morreriam por um filho, a resposta seria sim.

Espero que nenhum pai ou mãe tenha que passar por uma situação dessa na vida real, mas é claro e evidente que essa nova geração de pais e avós é centrada no amor e adoração a seus filhos. "A família é a nova religião" (Depois vou procurar ver aonde estava lendo sobre isso)

O que temos atualmente é pais e avós embasbacados com toda e qualquer fase de suas crias. Todos acham seus bebês e crianças adoráveis, lindos, mais capazes e espertos e devotam a eles uma energia que nunca sonharam devotar.
Sabem e sentem na pele que crianças dão muito trabalho, que as noites de sono e descanso nunca serão como antes, que haverá dias que não se sentirão no controle de suas vidas, que nem sempre terão respostas e certezas sobre a melhor maneira de criar seus filhos, mas não trocam essa vida por nada.
Falando um pouco das mães, essas já buscaram (ou estão buscando) seus sonhos e realizações profissionais, se casaram de uma forma linda e detalhada de sonhos (conforme cada poder aquisitivo), já têm ou sonham e/ou batalham por uma casa ideal, querem viajar, gostam de sair, ter amigos, fazer exercícios (pela estética ou saúde), gostam de ler, se informar, mas após serem mães sentem que sua vida tem mais sentido. Eram felizes antes sim, mas são mais completas após o nascimento de seus filhos. Algumas até abdicam de trabalhar em tempo integral nos primeiros anos de seus filhos, ou até decidem ficar em casa por um tempo (se assim for possível financeiramente).
Os pais também se sentem mais completos, mais em sintonia, mais presentes, mais família.
Aqui em casa não somos exceção. Somos pessoas bem realizadas profissionalmentes, temos sonhos e vida individual e como casal, batalhamos por nossos sonhos, queremos nossa casa ideal, sonhamos com viagens, lemos, nos informamos, saímos (muito menos do que antes, mas saímos), praticamos exercícios (bem, essa parte é mais o marido, por enquanto), vamos ao clube, temos amigos (que por enquanto, não vemos tanto quanto antes) e agora somos uma família composta de quatro pessoas: eu, o Ni, a Ana Luisa e a Ana Julia.
A vida está diferente. Não podemos fazer o que queremos na hora em que queremos como antes, mas se perguntassem a mim ou ao meu marido se gostaríamos de voltar a ser apenas dois com toda a mordomia da vida como antes, a resposta seria NÃO!
Por isso é bom aproveitar cada momento da vida quando temos a oportunidade. Não sinto arrependimentos. Lembro com saudade de muita coisa sim, mas porque foi bem aproveitado.
Hoje nossa razão de viver está baseada em nossos sonhos de família. Está baseada em dois seres que tranformaram nossa vida de cabeça para baixo, mas que nos completam mais do que imaginávamos.
Segunda dia 27 de outubro, nossa caçulinha completou um mês. Festejamos sim! Somos pais corujas sim! Somos tão apaixonados que às vezes nem dá para explicar!
Parabéns Ana Julia! Parabéns por sua vida e pela vida que deu de presente aos nossos corações! Eu, seu papai e sua irmãzinha te amamos muito!
E falando em irmãzinha, você nem imagina como e o quanto ela te ama! Orei tanto a Deus que isso acontecesse e hoje a realidade é maior ainda do que imaginava e sonhava: ela não vive sem você, sem olhar para você, sem ficar perto de você. Às vezes, te aperta e te quer até demais, mas você não imagina o olhar de paixão que ela tem nos olhos. Até compensa o nosso desespero pelo medo dela te machucar!
Foi linda sua "festinha"! Nós aproveitamos por você e com você!
Beijos infinitos!

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